MFrisino Fauvetography NFT Art

M Frisino


Digital Artist - NFT Art

PHOTOGRAPHER OF THE YEAR - NATURE - GOLD

I studied visual anthropology, but worked professionally as a software engineer in Silicon Valley for many years. Recently I have returned to my vocation in the visual arts. Always interested in other cultures and novel experiences, I have been fortunate enough to live for several years in St. Petersburg, Russia, Rio de Janeiro, and I now live in Sao Paulo, Brazil.

Filmmakers, painters and musicians have influenced my visual sense more than other photographers. The films of German Expressionists, Andrei Tarkovsky, Herzog, Scorsese, Terry Gilliam, the Coen Brothers, the paintings of El Greco, Kandinsky, Chagall, and Klee, the sculpture of Brancusi and etchings of Dürer and Escher. I have also been strongly influenced by musicians such as Sun Ra, Jorge Ben Jor, and Wim Mertens. In particular, Sun Ra's approach to art, his self-confident, genre blending, melange of music, imagery and words is inspirational. Sun Ra was a non-stop "carnival", a semantic jester genius, clever, irreverent, always playing with symbols, inverting meanings and challenging assumptions. Along with these artistic influences, anthropology continues to be my intellectual lodestone. Current interests include semiotics, mythology, historical linguistics, metamodernism, evolutionary biology, and futures studies. Literary influences include Philip K. Dick, Jorge Luis Borges, Neal Stephenson, I.B. Singer.

Filmmaker Werner Herzog says an artist must use any means necessary to reach “the ecstatic truth,” a knowing mix of truth and lies that gets at the emotional core of a chosen subject more accurately than  a simple “accountant’s truth”. This attitude underlies my approach to photography, or more precisely digital art. The photograph is just the beginning of the process, it's the raw digital information that can then be pushed and pulled, inverted and subverted, and ultimately transformed into a new entity, imbued with its own novel symbolic force.. This approach underlies all of my work but is most evident in my treatment of Brazilian carnival. In this process, which I call “Fauvetography” because of its emphasis on expansive colorations, the original photographs are building blocks, fragments of visual experience that can be digitally combined in a sort of photographic bricolage.

I hope you find this work of interest, comments and questions are welcome and appreciated.


M Frisino - Fotógrafo e Artista Digital

Vencedor do prêmio OneEyeland 2015: FOTÓGRAFO DO ANO (Ouro) - NATUREZA

Eu estudei antropologia visual, mas trabalhei profissionalmente como engenheiro de software no Vale do Silício por muitos anos. Recentemente voltei a minha vocação nas artes visuais. Sempre interessado em outras culturas e novas experiências, tive a felicidade de viver vários anos em São Petersburgo, na Rússia, Rio de Janeiro, no Brasil e atualmente ainda no Brasil, vivo em São Paulo.

Cineastas, pintores e músicos influenciaram meu senso visual mais do que outros fotógrafos. Os filmes dos expressionistas alemães, Andrei Tarkovsky, Herzog, Scorsese, Terry Gilliam, os irmãos Coen, as pinturas de El Greco, Kandinsky, Chagall e Klee, a escultura de Brancusi e gravuras de Dürer e Escher. Também fui fortemente influenciado por músicos como Sun Ra, Jorge Ben Jor e Wim Mertens. Em particular, a abordagem de Sun Ra para a arte, sua autoconfiança, mistura de gêneros, mistura de música, imagens e palavras é inspiradora. Sun Ra era um "Carnaval" ininterrupto, um coringa, gênio semântico, inteligente, irreverente, sempre brincando com símbolos, invertendo significados e suposições desafiadoras. Juntamente com essas influências artísticas, a antropologia continua a ser meu imã intelectual. Meus interesses atuais incluem semiótica, mitologia, lingüística histórica, metamodernismo, biologia evolutiva e estudos futuros. Minhas influências literárias incluem Philip K. Dick, Jorge Luis Borges, Neal Stephenson e I.B. Singer.

O cineasta Werner Herzog diz que um artista deve usar todos os meios necessários para alcançar "a verdade estática", uma combinação inteligente de verdade e mentiras que chega ao núcleo emocional de um assunto escolhido com mais precisão do que a simples "verdade do contador". Essa atitude está subjacente à minha abordagem à fotografia ou, mais precisamente, à arte digital. A fotografia é apenas o começo do processo, é a informação digital bruta que pode então ser empurrada e puxada, invertida e subvertida, e finalmente transformada em uma nova entidade, imbuída de sua própria força simbólica nova. Esta abordagem é subjacente a todo o meu trabalho, mas é mais evidente no meu tratamento sobre o Carnaval Brasileiro. Neste processo, que chamo de “Fauvetography” por causa de sua ênfase em colorações expansivas, as fotografias originais são blocos de construção, fragmentos de experiência visual que podem ser combinados digitalmente em uma espécie de bricolagem fotográfica.

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